DEVANIR

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Escolas estaduais do Paraná terão turmas menores

Escolas estaduais do Paraná terão turmas menores a partir de 2012

A Secretaria de da Educação publicou nesta sexta-feira (28), em Diário Oficial, novas resoluções sobre o porte das escolas e o número de estudantes por turma para o ano letivo de 2012 na rede pública estadual de ensino. Os documentos garantem a redução do número de alunos por turma, organizam as 2,2 mil escolas de acordo com sua infraestrutura e criam novas funções de profissionais da educação. A partir deles, o número de profissionais nos estabelecimentos de ensino será ampliado e adequado.

A resolução número 4527/2011 fixa o número de estudantes para efeito de composição de turmas das escolas da rede pública de ensino do Paraná para o ano letivo de 2012. Com o novo documento, o número de alunos por turma será reduzido. No ensino fundamental, as turmas – que pela resolução anterior podiam ter até 40 alunos – agora terão no máximo 30, na 5ª e 6ª séries, e até 35 na 7ª e 8ª séries.

No ensino médio, o número máximo de alunos foi reduzido... Continue lendo em:

sábado, 1 de outubro de 2011

Vestibular a Distância da UEM

A Universidade Estadual de Maringá aceita as inscrições para o Vestibular de Educação a Distancia 2011, para os cursos de História e Letras.
O prazo terminará no dia 10 de outubro e os candidatos poderão se inscrever somente pela internet, por meio do site www.vestibular.uem.br, mediante pagamento da taxa de R$ 60,00. As vagas estão distribuídas nos polos de Educação a Distância de Assaí, Astorga, Cidade Gaúcha, Cruzeiro do Oeste, Diamante do Norte, Engenheiro Beltrão, Ibaiti, Nova Londrina, Paranavaí, Sarandi, Siqueira Campos, Ubiratã e Umuarama. Os candidatos terão que pagar a taxa de inscrição e enviar a documentação exigida até o dia 11 de outubro. Os aprovados, que ingressarão no primeiro semestre de 2012, farão as provas nos dias 11 e 12 de dezembro deste ano. Os resultados serão divulgados no dia 13 de janeiro, a partir das 10 horas. As matrículas, para a primeira chamada, serão aceitas de 13 a 16 de janeiro. 


Fonte: Universidade Estadual de Maringá

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Paço Municipal de Sarandi/Pr - Década de 80

 
Prédio do Paço Municipal de Sarandi em 1984, na Avenida Londrina, centro da cidade. Neste mesmo local, funcionaram, também, o Departamento de Água; a Junta Militar; a Secretaria da Educação Municipal e o departamento de Assistência Social.
Atualmente (2011), o Paço Municipal de Sarandi funciona em um prédio localizado na Rua José Emiliano de Gusmão, o qual foi construído com o intuito de servir ao funcionamento da Biblioteca Municipal. Entretanto, a Biblioteca Municipal funciona em dois locais distintos, a saber: uma parte funciona na Casa da Cultura, localizada na Praça Ipiranga (centro do município), Fone: (44) 3274-0046 e, a outra parte funciona em um salão localizado na Avenida Rio de Janeiro, 495, no Jardim Independência. Fone: (44) 3264-0202.

Referência:

Site da Prefeitura de Sarandi: Acesso em: 23/06/2011 às 21hs e 08mn.

Postado por Devanir e Marcia Regina

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Vestibular EaD - Pólo de Sarandi/Pr

Inscrições até o dia 3 de junho


A Prefeitura Municipal de Sarandi, firmou convênio com o Instituto Federal de Educação, para a realização de mais 5 cursos técnicos à distância no pólo de Sarandi. Os cursos tem duração média de 3 anos com freqüência de uma vez por semana, totalmente gratuitos.

As inscrições para o vestibular já estão abertas e vão até o dia 3 de junho. O vestibular será no dia 19 de junho. As aulas começam em julho. Os cursos são: Técnico em Segurança do Trabalho, 20 vagas; curso técnico em Reabilitação de Dependentes Químicos, 20 vagas; curso técnico em Meio Ambiente, 20 vagas; curso técnico em Logística, 20 vagas; cursos técnicos em Eventos, 20 vagas.

Maiores informações no site: www.ead.ifpr.edu.br , ou no pólo de educação à distância de Sarandi na Escola Municipal Sagrada Família, na Rua Castro Alves ,3225, Jardim Independência Terceira Parte, fone: 3905-1869.

Fonte: Prefeitura do Município de Sarandi/Pr

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Relações estabelecidas entre escravos do período colonial e o trecho do filme "Quanto Vale ou é por Quilo?"

Por: Devanir  Vicentin

No século XVI, as realidades do trabalho escravo e das relações estabelecidas entre escravos do período colonial se deram de três maneiras: no campo, o sistema de exploração é rigidamente estruturado e não há, para o escravo, possibilidade de ascender na hierarquia social; na cidade, o escravo, resguardado na obediência, possui certa mobilidade e mais independência diante de seu senhor; e na mina, as condições do trabalho são mais penosas, entretanto, o escravo pode ascender na hierarquia social com esperança de alforria.
Nesse sentido, as relações estabelecidas entre os escravos e as novas sociedades do período colonial foram de vários tipos: desde relações matrimoniais, sociais de vizinhança, de grupo, de lazer até associações de tipos diversos.  Entretanto, tanto para a sociedade branca quanto para a negra, o escravo representava apenas a mão de obra, ou seja, “engrenagem” da economia dessa sociedade, já que ele não tinha valor porque não era considerado um cidadão (para os brancos) e/ou reconhecido como um igual entre os outros negros. Diante disso, na medida em que se estabeleceram vínculos, estes poderiam representar uma aceitação de diferentes grupos e/ou uma forma de um grupo se unir contra uma situação que ele esteja enfrentando, pois cada grupo tem seus próprios interesses, por isso se unem para preservar aquilo que para eles era vantajoso, marcando, assim, tanto as relações internas de diferentes grupos quanto às externas, já que houve escravos que foram alvos de solidariedades dos senhores por dominarem uma técnica de produção diferenciada ou por terem conquistado o respeito da sociedade ou do grupo com o qual este escravo se relacionava.
Relacionando os dois períodos e realidades com o trecho do filme “Quanto vale ou é por quilo?” foi possível verificar as semelhanças existentes entre o século XVI e algumas das realidades presentes na atualidade, como a corrupção e a exploração dos menos favorecidos pela camada dominante, de uma forma mais dissimulada e perspicaz. Por esse ângulo, a violência do Brasil escravista ainda é explícita nos dias de hoje, porém sob outra camuflagem, já que as autoridades dos dias atuais têm uma postura diferente, mas a violência continua quase a mesma, assim como os abusos sobre a camada mais pobre vestiu outras roupagens, ou seja, naquela época os castigos eram amparados pela Lei. Atualmente, a falta de liberdade e/ou sujeição ao trabalho escravo não está limitado apenas aos indivíduos de pele escura, contudo abrange a maioria das pessoas com menos recursos como os marginalizados e os excluídos.
 Para concluir, o escravo fora do mundo dos "brancos", não encontrava segurança e nem garantia de cidadania no período colonial, não era livre, nem defendido pela Igreja e estava exposto a repressões físicas. No que se refere ao preso, ele não respeita a lei, é nocivo a sociedade, sem "moral" interferem negativamente na vida das pessoas, mesmo que as escolhas de vida desses indivíduos na maioria, negros e mestiços, não tenham sido muitas na vida, numa sociedade capitalista e excludente que só tem valor quem consome.

Referências:

                                                                                                                                             
MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Ser escravo no Brasil. p. 98 a 143. Material disponível em: Plataforma AVA/UEPG 2011.

SZESZ, Christiane Marques; PETRUSKI, Maura Regina e LEITE, Renato Lopes. História do Brasil I - Ponta Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011.

Acesso em 21/03/2011 às 00h:11mn.


Acesso em 19/03/2011 às 23h:16mn.

Representação das Mulheres no Brasil Colonial


Por: Marcia Regina de Souza


Para a sociedade colonial, o conjunto dos fenômenos da vida sexual da mulher deveria servir apenas à reprodução dentro do matrimônio, bem como desprovido de paixão amorosa, erotismo. Em contrapartida, a sexualidade do homem poderia ser entremostrada, desde que não constrangesse a sociedade e nem desamparasse sua família, ficando a passividade restrita à mulher, numa condição de subserviência ao homem. Assim, a prevenção somava-se à repressão para impedir o despertar da sexualidade feminina, o que propiciava a veiculação e, muitas vezes, as cristalizações do estereótipo feminino.
 
Nesse contexto, tanto a Igreja quanto o Estado corroboraram para naturalizar essa condição para a mulher, pois na visão de ambas as instituições: homem e mulher deviam se unir pelo casamento, bem como tinham a obrigação de procriar, fatos que complementariam os projetos à constituição de uma sociedade organizada. Diante disso, o papel da mulher se restringiu a funções, de maneira que “a função biológica da mulher (reprodutora) estava ligada à outra função moral e metafísica: a mulher deveria ser mãe e, sendo mãe, deveria ser frágil e submissa” (SZESZ: 2011, p.73).
 
Diante disso, o casamento serviria para consolidar relações de amizade entre as elites e para salvaguardar bens territoriais das famílias. Além disso, o matrimônio simbolizava um grau de prestígio perante a sociedade, fazendo a diferenciação na hierarquia social. O que pôde ser constatado no filme Desmundo (2003) quando Francisco (Osmar Prado):
  
(...) não está disposto a perder sua esposa, pois precisa limpar seu nome perante Deus e a sociedade, ter, então, um filho com Oribela, uma mulher branca e portuguesa, é uma possibilidade de ser perdoado por seu pecado (incesto) e poder sair da reclusão em que vive. Francisco não luta, desta forma, por seu amor e sim por sua honra masculina, social e religiosa. (OLIVEIRA: 2008, p.6)
  
Nessa condição social, a mulher experimentava, ao mesmo tempo, uma realidade ambivalente, já que, por um lado, deveria ser virtuosa perante a sociedade e, por outro, necessitava de liberdade e independência para extravasar seus sentimentos e sexualidade, desejando transgredir o estereótipo que lhe fora imposto. Diante disso, a revelação do desejo e/ou quaisquer forma para exercitar e satisfazer sua sexualidade seriam consideradas crimes perante as Leis do Estado, da Igreja e da sociedade.
 
No entanto, algumas mulheres não aceitaram “passivamente a subordinação aos valores misóginos e sobretudo às determinações da Igreja” (ARAÙJO: s/d, p.53), bem como recorreram a estratégias tanto como forma de reação quanto para se satisfazerem sexualmente. Assim, entre elas está o adultério, que, no período colonial, tornava-se muito arriscado à mulher, porém “os refúgios do pecado eram os de sempre, o mato, a rede, a cama, mas as ocasiões variavam” ((ARAÙJO: s/d, p.60). Outras reações/estratégias eram a fuga e a clausura do convento, às quais facilitavam uma aproximação entre as mulheres como forma de se ampararem no amor, umas com as outras, ou seja, levando-as a praticarem o homossexualismo, já que
 
“(...) A troca de informações, a difusão de saberes restritos ao cotidiano feminino davam às mulheres ocasião, “em certa medida”, de criar um mundo feminino, expressado em laços de solidariedade e amizade entre vizinhas, amigas e parentes, nos expedientes alternativos de esperança e num poder informal e difuso”. (ARAÙJO: s/d, p.54)
   
Além disso, o fato de as mulheres viverem em clausura facilitava à disposição a infringir os costumes, pois
 
“Longe do olhar paterno e da vigilância de vizinhos, a jovem e vaidosa freira passava a integrar uma corporação das mais fechadas, com suas próprias regras e transgressões, cuidadosamente reguladas. Assim, a sexualidade reprimida em casa podia agora se extravasar de mil maneiras, algumas sutis, engenhosas, ardilosas mesmo, outras sem maior rebusco, sem cuidado, sem pudor algum. (ARAÙJO: s/d, p.69)
  
Em decorrência do exposto, assim como o filme Desmundo (2003), este estudo procurou desmistificar a imagem de mulher “frágil, delicada e submissa” constituída ao longo do período colonial, já que “(...) a Igreja e a medicina representaram conjuntamente as instituições que, de modo significativo, estabeleciam o sentido e o lugar da mulher” (MENDONÇA & RIBEIRO: 2010, p.01) por meio da utilização de discursos moralizantes, bem como da violência para a construção, reconstrução e cristalização da identidade social feminina e sua condição, bem como este conceito assegurava a dominação masculina sobre as mulheres.
 
Portanto, farei uso das palavras de Oliveira (2008, p.07) “A igualdade de gênero deve ser trabalhada na escola, para reverter a cultura que aqui foi impregnada e o cinema é uma ótima forma de se realizar esse trabalho”, já que são por meio das práticas discursivas que se faz com que os indivíduos, menos preparados, pertencentes à sociedade, concebam como “naturais” os discursos preconceituosos ligados a valores discriminatórios, neste caso relacionado à mulher.

  

 

 Referências:

  

 ARAÚJO, Emanuel. A arte da sedução: sexualidade feminina na Colônia. In: A História das Mulheres. Material disponível em: Plataforma AVA/UEPG 2011.

  
MENDONÇA, João Guilherme Rodrigues; e RIBEIRO, Paulo Rennes Marçal. Algumas reflexões sobre a condição da mulher brasileira da colônia às primeiras décadas do século XX. In: Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação. v.5, n.1 (2010). Disponível em: Acesso em 22-04-2010 às 09h: 27mn.

  
OLIVEIRA, Diovana Ferreira de. Desmundo: o cotidiano da mulher no Brasil colonial: uma análise cinematográfica. In: Anais do II Encontro Internacional de História Colonial. Mneme – Revista de Humanidades. UFRN. Caicó (RN), v. 9. n. 24, Set/out. 2008. ISSN 1518-3394. Material disponível em: Plataforma AVA/UEPG 2011.

  
SILVA, Tânia Maria Gomes da. Trajetória da historiografia das mulheres no Brasil. In: POLITEIA: Hist. e Soc., Vitória da conquista, v.8, n. 1, p. 223-231, 2008. Material disponível em: Plataforma AVA/UEPG 2011.

  
SZESZ, Christiane Marques. História do Brasil I. (Orgs.) Christiane Marques Szesz, Maura Regina Petruski e Renato Lopes Leite. Ponta Grossa: UEPG/NUTEAD, 2011.

  
Desmundo (filme). Direção Alain Fresnot. Duração: 100 min. Brasil. Atores: Simone Spoladore, Osmar Prado, Berta Zemei, Beatriz Segall. Gênero: Drama. Estúdio/Distrib.: Sony Pictures, 2003.

 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Educação no Brasil - Linha do Tempo

Postado por: Devanir e Marcia Regina

ANO
PERÍODO
CARACTERISTICAS
1549-1759
Jesuítico
- Os primeiros educadores do Brasil: os padres jesuítas que se puseram a educar dentro dos propósitos da Igreja Católica, bem como ao propósito de trabalho educativo.

1760-1808
Pombalino
- Pombal pensou em reerguer Portugal da decadência, assim procurou organizar a escola para servir aos interesses do Estado.
- As aulas eram baseadas nas aulas régias ou aulas avulsas de Latim, Grego e Retórica, por meio da criação do Método Lancaster ou “ensino mútuo”, bem como se instituiu o “subsídio literário” para manutenção dos ensinos primário e médio.

1822-1889
Imperial
- Primeira Constituição em 1824 - O Art. 179 desta Lei dizia que a “instrução primária é gratuita para todos os cidadãos”.
- Em 1826, um decreto institui quatro graus de instrução: pedagogias (escolas primárias), liceus, ginásios e academias.
- Lei de ensino - Em 1827, um projeto de lei propõe a criação de pedagogias em todas as cidades e vilas, além de prever o exame na seleção de professores, para nomeação. Propunha ainda a abertura de escolas para meninas.
- Em 1834, o Ato Adicional à Constituição dispõe que as províncias passariam a ser responsáveis pela administração do ensino primário e secundário.
- Criação, em 1835, da primeira Escola Normal no país, bem como, em 1837, criação do Colégio D. Pedro II, com o objetivo de se tornar modelo pedagógico para o curso secundário.

1889-1929
República Velha

- Constituição Republicana de 1891 - os Estados passaram a organizar-se por leis próprias e para a organização da educação percebe-se influência positivista. Nesse período, surge o movimento pela educação popular.
- Reforma organizada por Benjamim Constant apresentou duas orientações: Tornar os diversos níveis de ensino formadores, com vistas ao ensino superior, bem com a formação fundamentada nas ciências.
- Por meio da laicização do ensino público expandiram-se os colégios privados.
- a Lei Orgânica Rivadávia Corrêa, em 1911, retomou a orientação positivista e pregou a abolição do diploma em troca de um certificado de assistência e aproveitamento e transferiu os exames de admissão ao ensino superior para as faculdades.
- a Reforma de Carlos Maximiliano, em 1915, demonstrou caráter conservador, reoficializando o ensino brasileiro, com o qual reformou o ensino secundário e regulamentou o superior.
- o Otimismo Pedagógico desencadeou por todo o país uma série de reformas de ensino em nível estadual.
- em 1924, criação da ABE – Associação Brasileira de Educação, no qual profissionais da educação realizaram diversas reformas de abrangência estadual e ainda introduziram os esforços com ideário da Escola Renovada.
- a Reforma Rocha Vaz, em 1925 - o Estado passou a controlar o sistema de ensino implantando a instrução moral e cívica nos currículos primários e secundários.

1930-1936
Segunda República

- em 1930, criação do Ministério da Educação e Saúde Pública.
- a Reforma Francisco Campos, em 1931, por meio dos decretos nº 19.890/31 e 21.241/1932, procura atualizar o ensino de acordo com as exigências do desenvolvimento industrial, ocupando-se dos ensinos médio e superior. Bem como, em 1932, institui-se a taxa de educação e saúde, para financiar a educação.
- em 1932, por meio do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, foi proposta a reconstrução educacional no Brasil, com o qual se defendia ainda que a educação fosse pública como função do Estado.
- a Constituição de 1934 dispõe, pela primeira vez, que a educação é direito de todos, devendo ser ministrada pela família e pelos Poderes Públicos, bem como foi estipulado que o Estado deveria elaborar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
- em 1934, criação da Universidade de São Paulo, organizada segundo as normas do Estatuto das Universidades Brasileiras de 1931.
- em 1935, criação da Universidade do Distrito Federal, no atual município do Rio de Janeiro.

1937-1945
Estado Novo

- a Constituição em 1937 concedeu privilégios ao ensino particular, por meio da criação do ensino profissional ou técnico.
- Reforma Capanema, em 1942, buscou atribuir ao ensino secundário um caráter patriótico, no qual o currículo oficial buscava atrelar todos os conteúdos ao nacionalismo, por meio dos seguintes Decretos-Lei:
  • Decreto que criou o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI (Decreto-lei 4028, de 22 de janeiro de 1942).
  • Lei Orgânica do Ensino Industrial (Decreto-lei 4073, de 30 de janeiro de 1942).
  • Lei Orgânica do Ensino Secundário (Decreto-lei 4244, de 9 de abril de 1942).

1946-1963
República Nova
- a nova Constituição de 1946 determina a obrigatoriedade de se cumprir o ensino primário e dá competência à União para legislar sobre diretrizes e bases da educação.
- as Leis Orgânicas do Ensino ainda flexibilizaram e ampliaram as reformas de Francisco Campos:
  • Lei Orgânica do Ensino Comercial (Decreto-lei 6141 de 28 de dezembro de 1946).
  • Lei Orgânica do Ensino Primário (Decreto-lei 8529, de 2 de janeiro de 1946).
  • Lei Orgânica do Ensino Normal (Decreto-lei 8530, de 2 de janeiro de 1946).
  • Decretos que criaram o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC. (Decretos-lei 8.621 e 8.622 de 10 de janeiro de 1946).
- em 1950, realização da operação Panamericana que tinha como apelo vencer o subdesenvolvimento.
- em 1960, do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB).
- em 1961, é aprovada e sancionada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 4.024/61.
1964-1985
Regime Militar
- para erradicar o analfabetismo foi criado o Movimento Brasileiro de Alfabetização, aproveitando-se a didática do expurgado Paulo Freire. O MOBRAL se propunha a erradicar o analfabetismo no Brasil: não conseguiu. Entre denúncias de corrupção, acabou por ser extinto e, no seu lugar, criou-se a Fundação Educar, bem como criou-se o vestibular classificatório.
- em 1971, inaugura-se a fase tecnicista da educação, isto é, a Lei 5.692, tentou dar à formação educacional um cunho profissionalizante.
- em 1982, a Lei 7.044 alterou os dispositivos de obrigatoriedade da educação profissionalizante, sendo que a profissionalização passou a ser opção da escola e do aluno.

1986-2007
Nova República
- a Constituição de 1988, deu o ruma da legislação posterior, seja no âmbito dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, bem como trata da ordem social e o seu terceiro capítulo trata da educação englobando dez artigos de número 205 a 214.
- a Constituição Federal de 1988 estabeleceu explicitamente que a educação é um direito social e, para tal, definiu os responsáveis – família e Estado – pelo seu provimento.
- a LDB, promulgada em 1996, vinculou explicitamente a educação ao “mundo do trabalho” e à prática social, e também se preocupou em estabelecer fontes de financiamento para os gastos educacionais.
- a Lei 9.424/96 estabelece a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério, o Fundef.
- o Plano Nacional de Educação (PNE) foi aprovado pelo Congresso Nacional, por meio da Lei 10.172 de 9 de janeiro de 2001 e prevê que este deva ser avaliado periodicamente pelo Poder Legislativo e acompanhado pela sociedade civil organizada.
- A Emenda Constitucional n.º 53/06, criou o Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - aprovada em 06 de dezembro de 2006, tem por objetivo proporcionar a elevação e uma nova distribuição dos investimentos em educação.







Referências:

FOLTRAN, Elenice Parise.; FOLTRAN, Dierone César Júnior: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Ponta Grossa: UEPG, 2009.

http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb02.htm

http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb04.htm

http://ocomprimido.tdvproducoes.com/2009/06/linha-do-tempo-historia-da-educacao-no-brasil/